A Fotografia como instrumento de trabalho de pesquisa e representação do outro, é o tema do mini curso 1 do III Semiário de Estudo Antropólogicos que teve início no dia 08 de Setembro, com a conferência. A programação do mini curso terá 15 horas com 5 sessões no perído de 9 a 11 de Setembro.
Pretende-se apresentar pesquisas que demosntrem a fotografia como efetiva metodologia de pesquisa em investigações antropologicas, como representação do outro (endógena e exógena) e como produto visual relevante na produção do conhecimento. As aulas serão ministrada a partir de pesquisas pessoais que abordam essas questões e de pesquisas referenciais sobre o tema.
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2ª. Aula:-
Na primeira parte foram debatido os seguintes textos:
Brandão, Carlos Rodrigues
"Fotografar, documentar, dizer com imagem", in Cadernos de Antropologia e Imagem no. 18, UERJ, 2004, pp. 27-53.
Guran, Milton
"Fotografar para descobrir; fotografar para contar",in Cadernos de Antropologia e Imagem no. 10, 1995, UERJ, pp. 155-165.
Na segunda parte apresentou pesquisas referenciais e pesquisas recentes, abordagens e metodologias:
- Bateson, Gregory e Mead, Margareth
Balinese character - A photography analysis, Special publications of the New York Academy of Scienses, vol. II, New York, 1942.
Texto complementar: Jacknis, Ira.
"Margaret Mead and Gregory Bateson in Bali: their use of photography and film", Cultura Anthropology, Vol. III, no. 2, 1988.

- Don Doll, S.J.
Crying for a Vision - A rosebud Sioux Trilogy 1886-1976, Morgan & Morgan, NY 1991.
- Santos, Silvio Coelho dosOs Índios Xoklens - Memória visual, Editora da UFSC/Univali, Florianópolois, 1997.
- Alves, André"Os Argonautas do Mangue - Uma etnografia", Imprensa Oficial do Estado, 2004, São Paulo.
- Guran, MiltonAgudás - Os "Brasileiros" do Benin. Editora Nova Fronteira / Editora Gama Filho, abril de 2000.
-3ª. Aula:
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Sapateiro: o retrato da casa
Este trabalho realiza uma leitura sobre um olhar específico, o fotográfo, que o jovem operário e a jovem operária da cidade de franca, São Paulo, fizeram de sua própria casa e, portanto, de um elemento importante de seu contidiano e de seu meio cultural. Câmaras fotográficas simples foram fornecidas a 13 trabalhadores de quatro indústria de calçados desta cidade para que fotografassem o seu cotidiano através de um roteiro previamente estabelecido. Da fotografia operária auto-representativa emergiu um universo visual singular e dificilmente penetrável ao olhar tradicional da antropologia. O deslocamento do olhar, produtor da imagem fotográfica, rompe com a posse de uma única visão fotográfica da realidade. O olhar auto-projetivo sobre sua própria casa deixa revelar a experiência perceptiva do espaço, e é construtor signicamente de modelos e padrões sociais.
Este trabalho realiza uma leitura sobre um olhar específico, o fotográfo, que o jovem operário e a jovem operária da cidade de franca, São Paulo, fizeram de sua própria casa e, portanto, de um elemento importante de seu contidiano e de seu meio cultural. Câmaras fotográficas simples foram fornecidas a 13 trabalhadores de quatro indústria de calçados desta cidade para que fotografassem o seu cotidiano através de um roteiro previamente estabelecido. Da fotografia operária auto-representativa emergiu um universo visual singular e dificilmente penetrável ao olhar tradicional da antropologia. O deslocamento do olhar, produtor da imagem fotográfica, rompe com a posse de uma única visão fotográfica da realidade. O olhar auto-projetivo sobre sua própria casa deixa revelar a experiência perceptiva do espaço, e é construtor signicamente de modelos e padrões sociais.
Bibliografia:
Tacca, Fernando de
"Sapateiro: o retrato da casa", in http:www.studium.iar.unicamp.br/10/4.html

Por Cláudio Rogério.
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