quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

I EXPOTEC - Campus Macau : O saber que brota da terra do sal

Segue a programação geral da EXPOTEC, campus Macau.

01/12 – 10h às 12h - Credenciamento de servidores.
01/12 – 13h às 15h - Credenciamento do público em geral – comunidade interna e externa.
01/12 – 15h às 16h15 - Abertura oficial da I EXPOTEC – Campus Macau.

“Retrospectiva do IFRN-Macau 2009-2010”.

01/12 – 16h15 às 18h Minicursos.
01/12 – 17h às 18h Palestras:
Msc. Luiz Ferdinando Patriota – IFRN – Campus Macau – “Uso de games no processo de aprendizagem da língua inglesa”.
Msc. Ayres Charles de Oliveira Nogueira – IFRN – Campus Macau – “Metáforas
conceituais na vida cotidiana”.

01/12 – 18h às 18h45 Atração cultural: “NOX 4”.

01/12 – 19h às 20h15 Palestra:
Dr. Dante Henrique Moura – IFRN – Campus Natal Central – “O Trabalho como
princípio educativo na composição curricular do IFRN”.

01/12 – 20h30 às 22h10 - Apresentações de trabalhos científicos dos professores do IFRN – Campus Macau:
1) PhD. Emanuel Alves de Sousa – “Energética da ligação N-O em compostos nitrogenados”.
2) Msc. Michele Asley Alencar Lima – “Contribuição ao conhecimento químico de plantas do nordeste do Brasil: Estudo químico e biológico de Sebastiania macrocarpa Muell (Euphorbiaceae)”.
3)Msc. Luciana do Nascimento Mendes – “Reprodução do caranguejo Guaiamum, Cardisoma guanhumi, capturado em manguezais do Estado do Ceará”.
4)Msc. Valério Gutemberg de Medeiros Júnior – “Métodos formais em Engenharia de software”.
5) Msc. Marcelo Damasceno de Melo – “Predição de níveis criminais de áreas geográficas utilizando Mineração de Dados”.

02/12 – 13h às 14h Palestras:
Msc. Thales Ramon de Queiroz Bezerra – IFRN – Campus Macau – “A
piscicultura marinha no Brasil e suas potencialidades”.
Dra. Janaína Lopes Leitinho – UFC – “Biodiesel: Histórico e perspectivas”.

02/12 – 14h às 16h
Apresentações de trabalhos científicos dos alunos do IFRN: Modalidades banners, comunicação oral ou exposição.

02/12 – 16h às 18h

Observação: Das 17h as 18h15 ocorrerá a palestra da Dra. Maria das Graças Baracho – IFRN –
Campus Natal Central, intitulada “O PROEJA e suas perspectivas”.

Minicursos.
Mesa-redonda: “Teorizando a prática e tateando a teoria: integração, práxis e cidadania como desafios no IFRN – Campus Macau”. Dra. Andrezza Tavares– IFRN – Campus Macau.
Msc. Fábio Alexandre Araújo dos Santos – IFRN – Campus Macau.
Msc. Ayres Charles Nogueira – IFRN – Campus Macau.
Esp. Sérgio Murilo Ribeiro Chaves – IFRN – Campus Macau.
Esp. Aline Cristina Lessa da Fonsêca – Rede de ensino público de Macau.

02/12 – 18h às 18h45 Atração cultural: “NOX 4”.

02/12 – 19h2 às 0h15 Palestra:
Dr. Venerando Eustáquio Amaro – UFRN – Campus Natal – “Educação Ambiental”.
02/12 – 20h30 às 22h10 Apresentações de trabalhos científicos dos professores do IFRN – Campus Macau:
1) Msc. Érico de Moura Neto – “Polissacarídeos em sistemas de liberação de fármacos”.

2) Esp. Althiere Cabral – “O uso do pronome onde na configuração de adjuntos sentenciais no português brasileiro”.

3) Msc. Thales Ramon de Queiroz Bezerra – “Uso do sistema de informação geográfica na seleção de áreas propícias para a piscicultura marinha no litoral de Pernambuco”.

4) Msc. Ayres Charles de Oliveira Nogueira – “Traduzindo o economês: metáforas da inflação em textos de jornalismo econômico”.

5) Dr. Leão Xavier da Costa Neto – “Geologia e geomorfologia da plataforma continental interna ao largo do município de Macau”.

03/12 – 13h às 14h Palestras:

Msc. Bruno de Souza Maggi – IFRN – Campus Macau – “A herança dos nossos ancestrais”.
Esp. Maurisete Fernando Ferreira – IFRN – Campus Macau – “Ensino de física para alunos portadores de deficiência visual”.

03/12 – 14h às 16h - Apresentações de trabalhos científicos dos alunos do IFRN: Modalidades banners, comunicação oral ou exposição.

03/12 – 16h às 18h Minicursos.

Mesa-redonda: “Diversidade – História de pescador?” Dra. Andrezza Tavares IFRN
Msc. Ayres Charles Nogueira – IFRN – Campus Macau.
Esp. Sérgio Murilo Ribeiro Chaves – IFRN – Campus Macau.
Dr. Márcio Adriano de Azevedo – I FRN – Campus João Câmara.

03/12 – 18h às 18h45 Atração cultural: “Banda de Valência”.
03/12 – 19h às 20h30 Mesa-redonda: “Saberes tradicionais”
Dra. Ana Cláudia Mafra – IFRN – Campus Natal Central.
Dr. Wyllys Farkatt – IFRN – Campus Natal Central.
Dra. Francisca Miller – UFRN – Campus Natal Central.

03/12 – 20h30 às 20h45 Fechamento oficial da I EXPOTEC – Campus Macau.
03/12 – 20h45 às 22h Atração cultural: “Orquestra da Petrobrás de Guamaré”.

Observação: As exposições e mostras estarão acontecendo, em todos os dias do evento, nos
seguintes horários:
01/12 – 15h às 17h e 19h às 21h;
02/12 – 15h às 17h e 19h às 21h;
03/12 – 15h às 17h.
Postado por Cláudio Rogério
Email recebido no dia 30/11/2010.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Semana da consciência Negra na UFRN

PROGRAMAÇÃO DO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA
20 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Na semana de comemora a Consciência Negra, a UFRN convida todos a participarem dos eventos que estão sendo ministrado no CCHLA.
O cartaz acima são dos responsáveis da Secretaria de Igualdade Racial.
Abaixo, o cartaz referente ao convite do Grupo de Pesquisa Cultural, Identidade e Representações simbólicas - CIRS

CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES -CCHLAPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL GRUPO DE PESQUISA CULTURA, IDENTIDADE E REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS -CIRS


Ciclo de estudos sobre Patrimônio
Dia da Consciência Negra
Apresentação e debate sobre o filme:
Sibaúma : um povo de fibra
Local: Auditório Ciências Sociais (Consequinho) –CCHLA/UFRN
Data: 16/11/2010
Hora: 19:00
Maiores informações DAN -CCHLA/UFRN
Fone: 3215-3547

Julie A. Cavignac> DAN-PPGAS/CCHLA-UFRN> Núcleo Câmara Cascudo de Estudo Norte-riograndense - NCCEN> Museu Câmara Cascudo/UFRN> Av. Hermes da Fonseca, 1398 - Tirol - 59015 001 Natal - RN (Brasil)> http://www.cchla.ufrn.br/tapera
Postado por Cláudio rogério
Antropologia, Natureza e Populações Tradicionais do Núcleo de Antropologia Visual/UFRN

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

REVISTA COLETIVA

A versão experimental da Revista Coletiva de divulgação científica, produzida na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), foi lançada no dia 18/10 na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia(SNCT). Todo o conteúdo da publicação eletrônica pode ser acessado nos endereços: www.coletiva.org/site ou http://www.coletiva.org/.
O tema desta primeira edição é Pesca Artesanal. São apresentados artigos de pesquisadores, reportagens, entrevista e ensaio fotográfico sobre a temática pesqueira. As edições temáticas têm periodicidade trimestral.
A Coletiva também conta com seções de atualização constante. Notícias, divulgação de pesquisas, vídeos e documentos de acervo são livres de temática fixa e periodicidade, caminhando paralelamente à edição trimestral.A Revista Coletiva é dirigida a um público amplo, incluindo estudantes e professores dosegundo grau, universitários, pesquisadores e interessados em ciência em geral. A ideia édesenvolver um texto com uma linguagem acessível, porém com enfoque crítico, sendo capaz de informar nossos leitores sobre determinado assunto e, ao mesmo tempo, despertarsua atenção para o problema abordado. A apresentação da revista foi feita pelo editor e idealizador do projeto Alexandre Zarias, pesquisador da Coordenação Geral de Pesquisas Sociais (CGES) da Fundaj. A SNCT está na sua 7ª edição e ocorre entre os dias 18 e 24 deste mês. O tema principal da programação da Semana é “Ciência para o Desenvolvimento Sustentável”.
Entre os artigos desta revista - vai uma dica - não deixar de ler o artigo da coordenadora do NAVIS, Dra. Francisca de souza miller (UFRN), de título "Jangada, os jangadeiros e o etnógrafo". Uma viagem na obra de Câmara Cascudo, um clássico dedicado a pesca ao pescador e a jangada.
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Mensagem recebida por fransmiller56@yahoo.com.br em 19 de Outubro. 2010.
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Postado por Cláudio Rogério
Graduando em Ciências Sociais

I SEMANA DE HUMANIDADES - FAFIC/UERN

Durante os dias 08 a 12/11, acontecerá na UERN de Mossoró, a primeira semana de humanidades. O Grupo de Trabalho 09 - Populações tradicionais, territorialidades e etnociências - que será coordenado por José Glebson Vieira (UERN) e Francisca Miller do Departamento de Antropologia da UFRN, ocorrerá na I Semana de Humanidades da UERN em Mossoró/RN.
Resumo: Este GT tem como objetivo congregar pesquisadores que desenvolvam análises teóricas e empíricas acerca de processos sociais concretos das populações tidas como tradicionais (índios, quilombolas, pescadores, camponeses, ribeirinhos, dentre outros). A meta é promover a reflexão sobre usos sociais do espaço, redes de parentesco, registros de memória, saberes tradicionais, relações com o meio-ambiente e patrimônio cultural imaterial. O GT avançará na compreensão das organizações sociais e sistemas de valores, bem como nas elaborações nativas sobre territorialidades, espacialidades e etnociências e, assim, contribuir com o debate corrente acerca do papel de tais populações no contexto de diálogo entre saberes e nas formas globais e locais de (re)criação de identidades.

Abaixo, os temas inscritos para GT 09 – Populações Tradicionais, Territorialidades e Etnociências Coordenado por José Glebson Vieira (UERN) e Francisca de Souza Miller (UFRN).

1. Sou Quilombola, Sou Negro: Novas Narrativas de Lutas e Resistências no Quilombo de Santana – PE – Francisco Carlos de Lucena e Isabel Nascimento Bezerra;

2. Plantas Medicinais e Populações Indígenas do Uaçá – Laércio Fidelis Dias;

3. Reconstruindo a Identidade Tabajara – Aline Maria Pinto da Paixão e Helton Nascimento da Silva;

4. A Prática da Pesquisa Entre os Professores Tabajara e Kalabaça de Poranga – CE – Bruno Ronald Andrade da Silva;

5. Territorialidade e Política Potiguara – José Glebson Vieira
Mensagem recebida por fransmiller56@yahoo.com.br em 05 Out. 2010 e 05 Nov. 2010.
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Postado por Cláudio Rogério
Graduando em ciências Sociais

terça-feira, 1 de junho de 2010

Apresentações de Trabalhos no GT de Arqueologia

A Semana de humanidades é um evento tradicional no calendário da UFRN e fundamental para a confluência das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão do CCHLA, a Semana de Humanidades, ao longo de suas dezessete edições, tem contribuído para a consolidação dos projetos dos departamento que integram este Centro e tem, sobretudo oferecido uma primeira oportunidade a muitos de nossos alunos para ingressarem no intercâmbio científico que caracteriza a vida acadêmica.
Para manter esse lugar de destaque, entretanto, é necessário saber renovar-se com o tempo, assumindo uma configuração mais adequada ao seu público. Por essa razão, a 18º edição da Semana de Humanidades propõe à comunidade do CCHLA um novo formato,mais dinâmico e menos extenso que os anteriores,porém igualmente aberto à participação de todos, com as mesmas exigências de qualidade.
O GT "A arqueologia e suas possibilidades: temas, modelos e análises" se Coordenado pelo professor Roberto Airon Silva (UFRN), abordará questões conforme o tema com apresentações de trabalhos já realizados na área acadêmica e outros ainda em andamanto. Um dos trabalhos que será apresentado para os ouvintes é da Proponente Dra. e professora, Francisca de Souza Miller (UFRN). Atualmente atua na coordenação do NAVIS (Núcleo de Antropologia Visual), junto com a Dra. e Professora Lisabete Coradini. Francisca, que realiza projetos na área da pesca, trabalha na pesquisa de Título " ESTUDOS ETNOGRÁFICOS DE ALGUMAS COMUNIDADES PESQUEIRAS DO RIO GRANDE DO NORTE E VISINHANÇAS, estará apresentando, neste Gt, a exposição do resultado do seu trabalho sobre materiais líticos denominado "ANÁLISE DE PADRÕES DE USO-DESGASTE EM INSTRUMENTOS LÍTICOS EXPERIMENTAIS: BAIXA MAGNIFICAÇÃO". Para entender melhor o que será exposto na semana de humanidades, Francisca Miller abordará a seguinte questão: através de muitos anos de experiência no campo e no laboratório, sentimos a importância de se ter meios para induzir a função de instrumentos pré-históricos na base de características internas intersubjetivamente observável. Aprofundamos-nos nos trabalhos feitos pelos dois pesquisadores mais importantes na área de uso-desgastes lítico: Sergei Semenov e Lawrence Keeley, e assim resolvemos trabalhar num aspecto relativamente negligênciado nas pesquisas, ou seja, a análise de sinais de uso a baixa magnificação. Até o final da década de 80, não tínhamos ainda um acervo de sinais de uso que servisse para estabelecer uma tipologia de diferentes espécies de uso-desgaste associados especificamente com as diferentes espécies de atividades insdustriais envolvendo a pedra, para poder comparar com exemplos pré-históricos, para daí deduzir a operação industrial (atividade) na qual determinado instrumento pré-histórico participou. A presente comunicação tem como objetivo apresentar alguns resultados de um estudo cujo propósito foi de testar a viabilidade de construir, empiricamente, um acervo de espécies de uso-desgaste reconhecíveis a baixo grau de magnificação (25 a 120 vezes) experimentalmente no laboratório. Isto para servir de padrão para comparação com instrumentos pré-históricos semelhantes. A foto a seguir, mostra o instrumento utilizado pela professora para observar o desgaste no gume do instrumento de pedra produzido em laborátorio.

Foto: Francisca S. miller

A semana de Humanidade acontecerá nos dias 07/06 a 09/06 de 2010. O GT de Arqueologia acontecerá no auditório A no CCHLA. Contará também com outras apresentações:

Título do Trabalho: Aspectos das estratégias e Práticas dos Estudos Arqueólogicos
Proponente: Tom O. Miller - Instituição: Antropologia – UFRN
Resumo Programático: Num trabalho de cunho didático, após apresentar conceitos fundamentais usados na pesquisa arqueológica, o autor aborda questões de Metodologia, com ênfase nas estratégias quantitativas de análise de dados. Em seguida trata de estratégias metodológicas no trabalho de campo e do laboratório e, a operacionalização da análise arqueológica. Finalmente, em anexo, apresenta um caso concreto da aplicação dessa estratégia a uma pesquisa de arqueologia histórica de carimbos postais como patrimônio histórico;
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Título do Trabalho: A morte dos testemunhos: Um estudo do vandalismo em necrópoles pré-históricas paraibanas.
Proponentes: Thomas Bruno Oliveira e Liélia Barbosa Oliveira.
Instituição: UEP
Resumo Programático: A Paraíba é um estado rico no tocante ao patrimônio arqueológico, dentre os inúmeros vestígios, encontramos as necrópoles indígenas. Geralmente no interior de furnas, estes lugares são descobertos fortuitamente por caçadores e pastores de caprinos e guardam testemunhos da cultura material de povos que habitaram a nossa região por milênios. No entanto, constatamos que todas as necrópoles recentemente escavadas na Paraíba tiveram um mesmo ponto em comum: já haviam sido anteriormente perturbadas ou depredadas por vândalos. Estes, movidos por curiosidade leiga ou simplesmente por barbarismo, destruíram páginas inéditas da pré-história regional, que jamais poderão ser reconstituídas. Este trabalho denuncia a destruição do patrimônio arqueológico existente no Estado, uma importante ferramenta didática que em seu estado natural serviria para a compreensão deste insondável passado. Palavras-chave: Patrimônio-Pré-história-Vandalismo.
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Título do Trabalho: VESTÍGIOS LÍTICOS COMO FONTE NA HISTÓRIA E ARQUEOLOGIA: UM ESTUDO DOS LÍTICOS POLIDOS NORTE-RIO-GRANDENSES
Proponente: Luiz Carlos Medeiros da Rocha
Instituição: UERN
Resumo Programático: O estudo e análise dos vestígios líticos se tornaram uma importante fonte da Pré-história, utilizados nas pesquisas históricas e arqueológicas em todo o mundo, e vem se ampliando cada vez mais, em particular, no nordeste brasileiro. Este trabalho pretende apresentar os resultados parciais da nossa pesquisa de conclusão da graduação, que busca relacionar os vestígios líticos como uma fonte. Utilizamos como objeto de estudo duas coleções de líticos polidos do estado, uma do Museu História Lauro da Escóssia (MHLC), em Mossoró, e a outra em Santana do Matos, tombada pelo Laboratório de Arqueologia O Homem Potiguar (LAHP), buscando entende-las através da comparação, e também como uma fonte histórica e também arqueológica. O grande número de peças, principalmente do MHLC, e a correlação entre as coleções, tem nos mostrado uma cerca homogeneidade sobre a matéria-prima, e também em relação à morfologia em se tratando de alguns instrumentos identificados. Nesse sentido, buscaremos com o fim da pesquisa, uma ampliação do ainda inexpressivo número de estudos sobre lítico polido do Rio Grande do Norte, contribuindo assim, para os estudos históricos e arqueológicos da pré-história potiguar.
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Título do Trabalho: Arqueologia e análise iconográfica: máscaras e retratos funerários do Fayum Romano
Proponente: Marcia Severina Vasques
Instituição: UFRN
Resumo Programático: A região do Fayum constituiu na Antiguidade em um importante foco de contato entre gregos, egípcios e romanos. O material funerário desta localidade egípcia, entre o final do período ptolomaico e a época de dominío romano (séculos I a.C. - III d.C.), aponta a presença de elementos icongráficos, de cunho religioso, que remonta à tradição faraônica,mas que, no decorrer do tempo, sofreram alterações conforme o estilo da arte greco-romana. Pretendemos discutir, por meio da análise iconográfica de determinadas peças, como a sociedade egípcia de então se colocava frente à sua antiga tradição e as adaptações realizadas fruto do contato com habitantes gregos e, posteriormente, romanos do Fayum.
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Título do Trabalho: A Bíblia como importante Fonte Histórica para mapeamento dos sítios Arqueológico-Históricos do Século XIX visando uma busca das origens européias no Oriente Próximo.
Proponente: Jonatas Ferreira de Lima
Instituição: UFRN
Resumo Programático: Diante das novas concepções intelectuais do século XIX, arqueólogos e historiadores buscaram no (Antigo) Oriente Próximo a origem da grande e desenvolvida Civilização européia ocidental. Essa civilização dever-se-ia enquadrar nos principais estudos da época, como: “Modos de Produção e Sociedade de Classes” (marxismo), “Política e Arquitetura” (positivismo). Desde o século XIX, arqueólogos trabalham em conjunto com historiadores. Isso pode gerar os seguintes questionamentos: Mas que fontes históricas eles utilizariam para desenvolver tal empreendimento? Quais conceitos definiriam ou explicariam essa “civilização oriental” para se chegar a um consenso? O que levou os europeus ocidentais a buscarem essas origens? Porque “Oriente Próximo”? Próximo de que ou quem? Quem auxiliaria os historiadores a formular este conhecimento? Quem são os estudiosos deste assunto? Esses estudiosos se prendiam ao estudo das civilizações tradicionais do Oriente Antigo? À luz dessas questões, como a Bíblia Sagrada ajudou todos estes empreendedores a chegar a um entendimento que levaria aos mais diversos conceitos que mudariam o modo de compreender este mundo tão enigmático do Oriente Próximo? Era a Bíblia, a única fonte para compreensão deste oriente? O campo de estudos da História tem ampliado seus horizontes, tomando uma dimensão que o torna presente nas mais variadas ações humanas no tempo, desde uma carta privada a um discurso público. O uso da Bíblia como fonte, objetivará proporcionar uma melhor compreensão do que seria ser um arqueólogo e/ou um historiador diante dos enigmas do Oriente Próximo no século XIX.
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Postado por Cláudio Rogério
Bolsista da Base NAVIS
UFRN

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Workshop ECOLOGIA HUMANA & CONSERVAÇÃO: MANEJO DE RECURSOS AQUÁTICOS

Etnoicitiologia, agroecologia, etnobotânica e manejo de pesca em comunidades locais

Convidamos a todos para participar e divulgar o workshop de manejo de recursos aquáticos, com foco na pesca artesanal, o qual está sendo oferecido pela terceira vez no Brasil e primeira vez no Nordeste. O workshop será sediado na UFRN em Natal, no Centro de Biociência, e ocorrerá de 7 a 10 de agosto de 2010.
O curso tem duração total de 30 horas e é aberto a alunos de graduação, pós-graduação, profissionais de agências ambientais (ex.: órgãos ambientais estaduais e federais), ONG’s e qualquer pessoa que tenha interesse no assunto. O requisito mínimo é ser graduado ou estar cursando a graduação.
Neste ano, teremos a provável participação de 11 pesquisadores da FIFO, além de outros dois pesquisadores, representando no total oito universidades públicas, além de duas ONG’s, conforme lista abaixo.
O preço da inscrição é R$300,00 por pessoa, necessário para arcar com os custos de deslocamento dos pesquisadores de diferentes regiões do país. Neste valor estão inclusos apenas a inscrição (com material) e coffee-breaks. Hospedagem e alimentação são por conta do participante. Não há descontos para alunos de graduação.
Os participantes poderão utilizar o restaurante da Associação dos Professores, além das cantinas locais. Há ainda nas proximidades um shopping center (Natal Shopping) com praça de alimentação, acessível através de ônibus gratuito a partir da universidade. Já as melhores opções de hospedagem ficam na região da Praia de Ponta Negra, com dezenas de hotéis e uma variedade de albergues, todos muito próximos a pontos de ônibus com acesso ao campus. Os preços de hotéis e pousadas variam de R$30,00 a R$200,00 a diária por pessoa, já que vai desde locais mais simples até resorts. Estamos tentando negociar algumas opções com desconto para participantes do evento e disponibilizaremos tais informações em breve, aos interessados.
Os interessados devem realizar a inscrição entre 15 de maio e 15 de julho, através de depósito identificado em conta corrente.

Banco: REAL
Agência: 0910
Conta Corrente: 7012148-3
CNPJ FIFO 08.275.215/0001-27
(ASSOCIAÇÃO I. P. PESCA, DIV., E SEG. ALIMENTAR)


comprovante para: http://br.mc325.mail.yahoo.com/mc/compose?to=priscila@cb.ufrn.br,

Palestrantes:
Alpina Begossi: FIFO/UNICAMP/UFRRJ
Célia Futemma: UFSCar e FIFO
Cristiana S. Seixas: UNICAMP & FIFO
José G. Marques: UEFS e FIFO
Juarez Pezzuti: UFPA e FIFO
Lígia Rocha: UFRN (doutoranda)
Mohamed Habib: FIFO & UNICAMP
Natália Hanazaki: FIFO & UFSC
Nivaldo Peroni: FIFO & UFSC
Priscila F. M. Lopes: UFRN & FIFO
Renato Silvano: UFRGS & FIFO
Rômulo Alves: UFPB
Shirley Pacheco: UNICAMP, FIFO & ONG Terra & Mar (doutoranda)
Postado por Cláudio Rogério
Bolsista NAVIS
UFRN

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Retrospectiva Jean Rouch - 21 a 26 de junho de 2010

Programa conciso (com 37 filmes)
(concebido pelo curador Mateus Araújo Silva)

data : 21 a 26 de junho, local SEBRAE, a partir das 15 horas.promoção : Navis (UFRN), Zoom, cineclube de natal Apoio: PPGAS, DAN, SEBRAE

21 jun – segunda-feira - 15h
Programa 1: Tateios iniciais e invenção de um estilo na África negra (Níger e Mali, 1948-51) 121’
_ Les magiciens de Wanzerbé (Níger, 1948) 33’
_ Initiation à la danse des possédés (Níger, 1948) 23’
_ Circoncision (Mali, 1948) 14’
_ Cimetière dans la falaise (Mali, 1950) 18’
_ Bataille sur le grand fleuve (Níger, 1951) 33’
18h15 - Cerimônia de abertura
19h - Sessão especial de abertura
_ Tourou et Bitti – les tambours d’avant (Níger, 1971) 11’
_ Le Dama d’Ambara - enchanter la mort (Mali, 1974) 60’
20h15 - Palestra do curador - Jean Rouch e Glauber Rocha: de um transe a outro
22 jun – terça-feira - 15h
Programa 2 : Incursões noutros países da África negra: Gana e Burkina Faso (1953-57) 100’
_ Mammy Water (Gana, 1953-1956) 18’
_ Les maitres fous (Gana, 1955) 28’
_ Baby Gana (Gana, 1957) 26’
_ Moro Naba (Burkina Faso, 1957) 28’
17h
Programa 3 : Primeiro ciclo de improvisações etnoficcionais I : migrações 92’
_ Jaguar (Níger & Gana, 1954-1967) 92’
19h
Programa 4: Primeiro ciclo de improvisações etnoficcionais II : labirintos da identidade 73’
_ Moi, un noir (Costa do Marfim, 1958-9) 73’

23 jun – quarta-feira - 15h
Programa 5: Primeiro ciclo de improvisações etnoficcionais III : interetnias 92’
_ La pyramide humaine (Costa do Marfim & França, 1959) 92’
17h
Programa 6: Primeiro momento francês (1960) 90’
_ Chronique d’un été (França, 1960) 90’
19h
Programa 7 : Ensaios de etnomusicologia com Gilbert Rouget (1959-70) [Benin e Mali] 75’
_ Sortie de novices a Sakpata (Gilbert Rouget & Jean Rouch, Daomé – atual Benin -, 1959) 17’
_ Batteries Dogon - éléments pour une étude de rythmes (Gilbert Rouget & Jean Rouch, Mali, 1966) 28’
_ Porto Novo : Ballet de cour des femmes du roi (Gilbert Rouget & Jean Rouch, Benin, 1970) 30’

24 jun – quinta-feira - 15h
Programa 8 : A caça ao leão, dos Gaos (Níger) (1957-1968) 100’
_ La chasse au lion à l’arc (Níger, 1957-65) 81’
_ Un lion nommé americain (Níger, 1968) 20’
17h
Programa 9 : O ciclo dos ritos de Yenendi, entre os Songhay do Níger (1951 e 1967-68) 75’
_ Yenendi, les hommes qui font la pluie (Níger, 1951) 28’
_ Yenendi de Boukoki (Níger, 1967-73) 10’
_ Yenendi de Ganghel - le village foudroyé (Níger, 1968) 37’
19h
Programa 10: O grande ciclo dos ritos do Sigui, entre os Dogon do Mali (1967-1974) 128’
_ Sigui synthèse (Mali, 1967-1981) 128’

25 jun – sexta-feira -15h
Programa 11: A invenção do cine-transe junto aos Songhay no Níger (1971-74) 126’
_ Tourou et Bitti – les tambours d’avant (Níger, 1971) 11’
_ Tanda Singui (Níger, 1972) 31’
_ Horendi (Níger, 1972) 72’
_ Pam Kuso Kar (“ briser les poteries de Pam ”) (Níger, 1974) 12’
17h15
Programa 12 : Níger – França, ida e volta, ou a etno-ficção ao avesso (1968-72) 90’
_ Petit à Petit (version courte) (Níger et França, 1968-9) 90'
19h
Programa 13: Ritos funerários dos Dogon, no Mali (1973-74) 78’
_ L’enterrement du Hogon (Mali, 1973) 18’
_ Le Dama d’Ambara - enchanter la mort (Mali, 1974) 60’

26 jun - sábado - 15h
Programa 14 : improvisações para-publicitárias e etno-ficcionais no Níger (1973-74) 122’
_ VW voyou (Níger, 1973) 25’
_ Cocorico ! monsieur poulet (Níger, 1974) 97’
17h15
Programa 15: viagens, encontros e visitas (1977-87) 93’
_ Ispahan : lettre persane (la mosquée du chah a Ispahan) (Irã, 1977) 40’
_ Makwayela (Mozambique, 1977) 18’
_ Bateau-givre (Suède, 1987) 35’
19h
Programa 17: Rouch e sua vocação para a ficção 73'
_ Mosso mosso - Jean Rouch comme si… (Jean-André Fieschi, França / Níger, 1998) 73’
Sinopses

Programa 1
Os mágicos de Wanzerbé (Les magiciens de Wanzerbé), de Jean Rouch Níger, 1948, 16mm, p&b, 33’ Legendas em português Exibição em DVD. Documentário sobre ritos e costumes dos habitantes do vilarejo de Wanzerbé, no Níger: o comércio no mercado, as brincadeiras das crianças, as práticas divinatórias dos mágicos, danças de transe extático, sacrifício de animais na montanha para proteger o vilarejo.

Iniciação à dança dos possuídos (Initiation à la danse des possédés), de Jean Rouch.
Níger, 1948, 16mm, 23’ Legendas em português Exibição em DVD
Uma mulher Songhai da aldeia de Firgoun (Níger) é iniciada às danças dos rituais de possessão. Primeiro prêmio no Festival do Filme Maldito em Biarritz, 1949.

Circuncisão (Circoncision), de Jean Rouch
Mali, 1948, 16mm, 14’ Legendas em português Exibição em DVD
Trinta crianças Songhay da aldeia de Hombori, no Mali, passam pelo ritual da circuncisão.Premiado no Festival do Filme Maldito em Biarritz, 1949.

Cemitérios na falésia (Cimetière dans la falaise), de Jean Rouch
Mali, 1950, 16mm, 18’ Legendas em português Exibição em DVD
Um homem morre afogado. Na madrugada, dois sacerdotes na margem do rio sacrificam um pintinho para pedir ao deus da água o corpo desaparecido. O cadáver é encontrado e trazido para a aldeia de Ireli, ao pé da falésia de Bandiagara, no Mali, onde será enterrado segundo o ritual funerário dos Dogon.

Batalha no grande rio (Battaille sur le grand fleuve), de Jean Rouch
Níger, 1951, 16mm, 33’ Legendas em português Exibição em DVD
Os pescadores Sorko caçam com lanças os hipopótamos do rio Níger. Antes de partirem, organizam uma cerimônia para pedir ao deus do rio sucesso na caça. Esta resultará na captura de dois hipopótamos. Mas um macho adulto, solitário e feroz, apesar de ferido pelas lanças, conseguirá escapar após danificar a canoa. Os Sorko terão perdido a batalha.
Programa 2
Mammy Water (Mammy Water), de Jean Rouch
Gana, 1953-56, 16mm, 18’ Legendas em português Exibição em DVD
A vida cotidiana dos pescadores Fanti e a cerimônia em homenagem à Mamy Water, deusa da água, para a abertura da pesca.

Os mestres loucos (Les maîtres fous), de Jean Rouch
Gana, 1954-55, 35mm, p&b, 28’ Legendas em português Exibição em DVD
Membros do culto Hauka, geralmente trabalhadores provenientes das regiões do Níger vindos à Accra, se reunem por ocasião da grande cerimônia anual. Na concessão do grande sacerdote Mountyéba, após uma confissão pública, começa o ritual da possessão. Baba, mãos tremendo, respiração curta, sinais da chegada dos deuses da força, personificação emblemática do domínio colonial: o capataz, o governador, o médico, a mulher do capitão, o general, o condutor da locomotiva, etc... A cerimônia alcança o auge com o sacrifício de um cachorro que será comido pelos possuídos. No dia seguinte os iniciados voltam para suas ocupações cotidianas.

Baby Gana (Baby Ghana), de Jean Rouch
Gana,1957, 16mm, p&b, 26’ Legendas em português Exibição em DVD
Documentário sobre a independência do Gana, vista pelos olhos de um jovem do país que conversa com Rouch em off enquanto passeia pelas ruas. O uso do som antecipa o dispositivo de Eu, um Negro.

Moro Naba (Moro Naba), de Jean Rouch
Burkina Faso, 1957, 16mm, 28’ Legendas em português Exibição em DVD
Cerimônias do funeral de Moro Naba, chefe tradicional dos Mossi da região de Ouagadougou. E cerimônias por ocasião da eleição do seu sucessor.
Programa 3
Jaguar (Jaguar), de Jean Rouch
Níger/Gana, 1954-67, 35mm, 92’ Legendas em português Exibição em DVD
O pastor Lam, Illo o pescador e o escrivão Damouré, decidem ir à Accra em busca de fortuna. Eles partem à pé, cruzam ilegalmente a fronteira e tomam três direções diferentes. Illo torna-se pescador com os Ewé e Lam comerciante de perfumes. Damouré chega à Accra e começa como servente para logo tornar-se um homem da moda, um Jaguar, que vive a vida da cidade: corridas, danças nas ruas, rituais dos Haukas, eleições de Kwame N’Krumah. Na cidade ele encontra Illo e juntos partem em busca de Lam que, com seu amigo Douma, abriu uma loja de muito sucesso. Uma noite eles decidem voltar e, chegando na aldeia, distribuem em um dia o que ganharam em vários meses. Eles ficam sem nada, mas são os reis da aldeia. A vida recomeça.
Programa 4
Eu, um negro (Moi un noir), de Jean Rouch
Costa do Marfim, 1959, 35mm, 70’ Legendas em português Exibição em DVD
Prêmio Louis-Delluc, 1959.
Jovens do Níger abandonam o interior do país para buscar trabalho na Costa do Marfim. Em Treichville, região popular de Abidjan, sentem-se desenraizados e se confrontam com a civilização moderna. O protagonista, que se diz chamar Edward G. Robinson em homenagem ao ator americano, conta sua história. Seus amigos também adotaram pseudônimos para forjar, simbolicamente, uma personalidade ideal.
Programa 5
A pirâmide humana (La pyramide humaine), de Jean Rouch
Costa do Marfim, 1961, 35mm, 90’ Legendas em português Exibição em DVD
A chegada de uma nova aluna, Nadine, é o ponto de partida de uma análise das relações interraciais numa escola de Abidjan. Reunidos pelo diretor, os alunos interpretam eles mesmos em uma “ficção” que se desenrola através das novas relações entre brancos e negros, colocando em cena as relações de amizade, as relações sentimentais.
Programa 6
Crônica de um verão (Chronique d'un été), de Jean Rouch e Edgar Morin
França, 1960, 16mm, p&b, 90’ Legendas em português Exibição em DVD
Tentativa de investigação cinematográfica, utilizando uma nova técnica de som síncrono, sobre jovens franceses durante o verão de 1960: no momento em que se pensava que a guerra da Algéria ia acabar. O filme segue, por alguns meses, ao mesmo tempo a investigação e a evolução de Marceline (uma ex-deportada que se ocupa de questões socioeconômicas) , e outros personagens principais, sempre descobrindo, ao redor do grupo, outros jovens parisienses. No começo a pergunta é: Como você vive? Mas bem rápido surgem as questões essenciais, a desilusão política, a solidão. As férias chegam, as fábricas ficam vazias, as praias ficam cheias. Tudo o que acontece lá fora é esquecido. O final da guerra ficará para outro ano. Todos os personagens assistem à projeção do filme e discutem. E os dois autores se encontram sós diante desta experiência cruel mas apaixonante de cinema-verdade.
Programa 7
Saída das noviças em Sakpata (Sortie de novices a Sakpata), de Jean Rouch e Gilbert Rouget
Benin, 1958 / 1963, 16mm, 17’ Legendas em português Exibição em DVD
Iniciação de três noviças, os cavalos dos espíritos, em uma aldeia Vaudoun de Allada ao sul de Benin.

Baterias Dogon (Batteries Dogon), de Jean Rouch e Gilbert Rouget
Mali, 1966, 16mm, p&b, 26’ Legendas em português Exibição em DVD
Documentário muito sóbrio sobre a aprendizagem pelos jovens Dogon das técnicas de percussão ensinadas pelos mais velhos na falésia da Bandiagara.

Porto Novo: Balé da côrte das mulheres do rei (Porto Novo: Ballet de cour des femmes du roi), de Jean Rouch e Gilbert Rouget
Benin, 1969, 16mm, 31’ Legendas em português Exibição em DVD
Uma análise detalhada da relação entre a dança e a música, num ritual da dança das rainhas, no palácio real em Porto Novo.
Programa 8
A caça ao leão com arco (La chasse au lion à l’arc), de Jean Rouch
Níger, 1958-1965, 16mm, p&b, 80’ Legendas em português Exibição em DVD
Como um tradicional Griot africano, Rouch conta a um grupo de crianças a aventura da caça ao leão pelos caçadores Gaos, filmada ao longo de vários anos. Sua história vai desde os longos e cuidadosos preparativos dos caçadores até as perigosas perseguições aos leões, e o que era para ser um documentário se torna uma maravilhosa narrativa poética, das mais bonitas de toda a obra rouchiana.

Um leão chamado Americano (Un lion nommé l'américain), de Jean Rouch
Níger, 1968, 16mm, p&b, 20’ versão original sem palavras Exibição em DVD
Durante a projeção de um filme realizado sobre eles (A caça ao leão), os caçadores Gaos decidem capturar o leão conhecido como “Americano” que escapara em 1965. Questão de honra. Encontram sua pista, mas o leão se mostra mais esperto do que os caçadores. A rádio anuncia a revolta estudantil do Maio 68: o diretor volta para Paris. Algumas semanas depois, o leão será morto vergonhosamente por um fuzil.
Programa 9
Yenendi, os homens que fazem chover (Yenendi: les hommes qui font la pluie), de Jean Rouch
Níger, 1951, 16mm, 29’ Legendas em português Exibição em DVD
No sétimo dia do sétimo mês da estação seca, os Songhay da aldeia de Simiri, no Níger, fazem uma procissão à cabana dos deuses para celebrar o Yenendi, ou festa da chuva. Os tambores de cabaça acompanham as danças de possessão para que os deuses se manifestem nas vozes dos dançarinos. Após uma discussão entre os homens e os deuses, acaba o sermão da chuva com um sacrifício de um frango e de um bode: começa assim a estação das chuvas.

Yenendi de Boukoki (Yenendi de Boukoki), de Jean Rouch
Níger, 1967-1973, 16mm, 8’ Versão original sem palavras Exibição em DVD
Numa praça repleta de Boukoki, nas proximidades de Niamey, Rouch se mistura à multidão com sua câmera para mostrar cenas de transe de possessão visando pedir aos espíritos a chuva no sétimo mês da estação seca.

Yenendi de Ganghel – A aldeia fulminada (Yenendi de Ganghel – Le village foudroyé), de Jean Rouch
Níger, 1968, 16mm, 35’ Legendas em português Exibição em DVD
O raio atingiu uma pequena aldeia: os sacerdotes Zima e os pescadores Sorko organizam uma cerimônia de purificação, o “Yenendi”.
Programa 10
Sigui síntese (Sigui synthèse), de Jean Rouch
Mali / França, 1981, 16mm, 128’ Legendas em português Exibição em DVD Ensaio de síntese da série dos sete filmes de Rouch (1967-1974) sobre as complexas cerimônias do Sigui, que os Dogon do Mali organizam a cada 60 anos para celebrar e reviver a invenção do mundo, a doação da linguagem aos homens e a morte de seus ancestrais. Nesta nova montagem realizada sete anos após o fim da série, Rouch elabora e diz um longo comentário off que atravessa o filme inteiro, e insere também alguns planos de outros de seus filmes sobre os Dogon.
O resultado é uma obra-prima do cinema etnográfico.
Programa 11
Torou et Bitti – Os tambores de outrora (Torou et Bitti – Les tambours d’avant), de Jean Rouch
Níger, 1971, 16mm, 10’ Legendas em português Exibição em DVD
Consensualmente reconhecido como uma das obras-primas de Rouch, o filme deveria mostrar um rito de possessão durante o qual os homens da vila de Simiri pediriam aos Espíritos proteção para sua colheita. O transe esperado não acontece, Rouch decide não desligar sua câmera, e a presença da câmera sugestiona os músicos a continuarem a tocar, o que acaba desencadeando o transe. Tudo isto se passa num notável plano-sequência, comentado em off por Rouch.

Tanda Singui (Tanda Singui), de Jean Rouch
Níger, 1972, 16mm, 30’ legendas em português Exibição em DVD
Os habitantes da mais baixa área de Yantala abrem um novo santuário dedicado a Dongo, o espírito do trovão. Rouch penetra ali com sua câmera e filma em longos planos sequência os rituais de possessão que ali ocorrem.

Horendi (Horendi), de Jean Rouch.
Níger, 1972, 72’, 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Um ensaio sem palavras sobre a gestualidade do transe em cerimônias de possessão num terreiro situado nos arredores de Niamey. Por vezes, Rouch utiliza a câmera lenta de modo a estudar de perto os movimentos das dançarinas que se deixam possuir.

Pam kuso kar (Pam kuso kar) de Jean Rouch.
Níger, 1974, 12’, 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Em fevereiro de 1974, Pam Sambo Zima, o mais velho dos sacerdotes de possessão em Niamey, morreu. Rouch filma, num plano sequência notável, a cerimônia funerária que se seguiu e preparou a escolha de sua sucessora.
Programa 12
Pouco a pouco (Petit a Petit) - versão curta, de Jean Rouch.
1968-1972, 91', 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Em Ayorou, junto com Lam e Illo, Damouré dirige uma empresa de importação e exportação chamada “Pouco a Pouco”. Ao decidir erguer um edifício, ele vai a Paris ver como os franceses vivem em casas de vários andares. Na cidade, descobre as curiosas maneiras de viver e pensar dos parisienses, que descreve em cartões postais enviados regularmente a seus companheiros, até que estes, apreensivos, enviam Lam à sua busca. Em Paris, Damouré e Lam compram um conversível Bugatti e conhecem Safi, Ariane e o mendigo Philippe. O grupo decide voltar à África, para construir a nova casa. As duas mulheres e Philippe não se adaptam à nova vida e resolvem partir. Damouré, Lam e Illo retiram-se para uma cabana às margens do rio e desistem do sonho capitalista.
Programa 13
O enterro do Hogon (L’enterrement du Hogon), de Jean Rouch.
Mali, 1973, 18’, 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Maior sacerdote da comunidade de Ogol, o Hogon de Sanga (Mali), que morreu durante a noite, é enterrado num rito funerário tradicional.

O Dama de Ambara: Encantar a morte (Le Dama d’Ambara: Enchanter la mort), de Jean Rouch.
Mali, 1974-1980, 60’, 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Em 1972 Ambara Dolo morre. O filme segue os três principais dias de sua cerimônia funerária, dando a ver um extraordinário espetáculo de danças e máscaras tradicionais, ao som de um comentário de Rouch baseado em textos de seu mestre Marcel Griaule.
Programa 14
VW malandro (VW Voyou), de Jean Rouch.
Níger, 1973, 19’, 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Filme publicitário divertido e heterodoxo salientando as mil e uma utilidades do fusca (VW) para os habitantes da África, e reservando para o fim uma surpresa.

Cocorico! Monsieur poulet (Cocorico! Monsieur poulet), de Jean Rouch.
Níger, 1974, 97’, 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Ficção inteiramente improvisada sobre as aventuras de Lam, Damouré e Tallou percorrendo de caminhonete a savana do Níger em busca de frangos para seu comércio. A viagem está pontuada de acontecimentos insólitos, como os encontros com uma mulher diabólica ou as travessias do rio Níger pelo carro.
Programa 15
Ispahan: Carta persa - A mesquita do Xá em Ispahan (Ispahan: Lettre persane – La Mosquée du Shah), de Jean Rouch
Irã, 1977, 35mm, 36’ Legendas em português Exibição em DVD
Em visita à mesquita do xá em Ispahan, Rouch conversa com o cineasta e produtor iraniano Farrokh Gaffary sobre a arquitetura daquele monumento e as relações ambíguas do Islã com o cinema, o sexo e a morte.

Makwayela, de Jean Rouch e Jacques d'Arthuys
França/Canadá/Moçambique, 1977, 16mm, 19’ versão original com falas em português Exibição em DVD
Resultado de uma oficina com um grupo de estudantes de Moçambique, este filme mostra um número de canto e dança originários da África do Sul, seguido por depoimentos de trabalhadores moçambicanos de uma fábrica de vidro que evocam o período em que trabalharam em minas de ouro sob o regime do Apartheid na Àfrica do Sul.
Programa 17
Mosso mosso - Jean Rouch como se (Mosso Mosso, Jean Rouch comme si), de Jean-André Fieschi.
França/Níger, 1998, 73’, 16mm Legendas em português Exibição em DVD
Capítulo da série da TV francesa “Cinéma de notre temps”, este documentário define a regra ficcional do “como se” como o princípio fundamental do trabalho de Rouch, e o mostra em ação, partindo ao Níger para acompanhar ali as filmagens imaginárias de um filme, “La Vache Marveilleuse”, que Rouch fingia fazer com seus amigos e cúmplices de sempre, Damouré e Tallou.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

IX SEMANA DE ANTROPOLOGIA - Poéticas e Políticas das Identidades Sociais

A Semana de antropologia, realizada desde de 2000, éuma iniciativa do Departamento de Antropologia e do programa de Pós-Graduação em antropologia social que a cada edição vem se consolidando como uma das principais atividades acadêmicas da área na UFRN e região, atingindo um público que cresce e se diversifica a cada ano entre estudantes, professores, e profissionais de diversas áreas e parcerias com instituições governamentais como INCRA e o IPHAN.
Nesta IX Semana de Antropologia, intitulada Poéticas e Políticas das Identidades sociais, tem o propósito de alinhavar temáticas tangenciadas práticas e conceitualmente tendo como eixo articular crescente politização dos processos de formação das identidades no mundo conrtemporâneo (dos movimentos sociais à academia , passando pela intimidade - gênero, sexualidade e geração0, ampliando as noçoes de política e o espectro das poéticas em que estas podem se expressar. Neste ano, objetiva-se tanto retomar alguns debates e temáticas anteriores, quanto desenvolver quadros comparativos de maior abrangência, de forma a pensar, conjuntamente, questões antropológicas e sociais em um painel conciso, mas representativo, da sociedade brasileira contemporânea e do lugar nela ocupado pelos cientistas sociais.
é mais uma oportunidade de promover o diálogo com o corpo docente e discente da UFRN, bem como com profissionais vinculados a diferentes instituições. Nesta oportunidade, a IX Semana de Antropologia comemora também a consumação das atividades atividades de intercâmbio entre PPGAS/UFRN e o PPGAS/Museu Nacional, por meio do projeto PROCAD (2006-2010).

PROGRAMAÇÃO

18/05/2010 - 19:00 horas
Conferência de Abertura: jovens, cidades e Nações em Três Continentes.
Prof. Dr. Russel Parry Scott - PPGAS/UFPE
Lançamento do Livro: Processos Sociais, Cultura e Identidade.

19/05/2010 - 09:00 horas
Mesa 1: Etnicidade: História, Estado e Política.
- Prof. Dr. João Pacheco de Oliveira filho - PPGAS/Museu Nacional/RJ
- Prof. Dr. antonio Carlos souza Lima - PPGAS/Museu Nacional/RJ
- Profa. Dra. Giralda Seyferth - PPGAS/Museu Nacional/RJ
Coordenador: Prf. Dr. Edmundo Mendes Pereira - PPGAS/UFRN

14:30 horas - Reunião de Avaliação - PROCAD

19:00 horas
Sessão coordenada I
Coordenadora: Maíra Samara de lima Freire e Andressa Lidicy M. Lima
(Mestradas PPGAS/UFRN)

20/05/2010 - 09:00 horas
Mesa 2: Política e Poética do Gênero, do Corpo e da Sexualidade.
- Prof. Dr. Luiz Fernando Dias Duarte - PPGAS/Museu Nacional///RJ
- Prof. Dra. Adriana Vianna - PPGAS/Museu Nacional/RJ
- Prof. Dr. Carlos Guilherme O. do Valle - PPGAS/UFRN
Coordenador: Prof. Dr. Alipio de souza Filho - PPGFIL/UFRN

19:00 horas
Sessão Coordenada II
Coordenadoras: Maíra Samara de L. Freire e Andressa Lidicy M. Lima
(Mestrandas PPGAS/UFRN)

21/05/2010 - 09:00 horas
Mesa 3: Contextos Camponeses: Política, cultura e Gênero
- Prof. Dr. John Comerford - CPDA/UFRRJ
- Profa. Dra. Renata Menezes - PPGAS/Museu NAcional/UFRJ
- Pra. Dra. Elisete Schwade - PPGAS/UFRN
Coordenadora: Profa. Dra. Francisca de souza miller - PPGAS/UFRN

Informações: Sala 115 (DAN) CCHLA ou (84) 3215-3547

Postado por:
Cláudio Rogério
UFRN
NAVIS

quarta-feira, 31 de março de 2010

XVIII SEMANA DE HUMANIDADES (UFRN) - 7 a 9 / 06 de 2010.

INSTRUÇÕES PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS

Ao entrar no site, clique em Inscrições e, em seguida, no link correspondente aos professores. Aparecerão os campos Nome e Senha. O nome será sempre o primeiro nome do professor, todo em minúsculas, sem acento ou cedilha. A senha, seu SIAPE ou Matrícula SIAPE, com sete ou nove dígitos, conforme nos foi informado pelos departamentos. Após escolher o tipo de atividade que deseja propor, basta fornecer os dados solicitados e clicar em Cadastrar.

Funcionários e professores aposentados que queiram apresentar uma proposta de Minicurso ou Oficina deverão procurar a secretaria da Semana de Humanidades, na sala de eventos, de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h30. Também deverão procurar a secretaria os professores que não conseguirem acessar a página de inscrição, para que se verifique se o número do SIAPE foi informado pelo departamento responsável ou se o número que temos está correto.

Como reduzimos a três dias a duração da Semana de Humanidades, foi necessário também limitar o número de propostas de atividades, de acordo com os espaços de que dispomos.

Por esse motivo, os Grupos de Trabalho, que deverão ser atividades dos Grupos de Pesquisa, serão realizados apenas à tarde, nos três dias, não havendo a necessidade de se alternarem os horários, uma vez que haverá dispensa das aulas, conforme consta no calendário institucional. Pedimos aos colegas que procurem limitar o número de expositores nos GTs, acolhendo prioritariamente aqueles que participam dos Grupos de Pesquisa do CCHLA cadastrados na Propesq.
Será expedido um certificado geral para o aluno que participar das atividades pelo menos seis dos nove turnos de duração da Semana de Humanidades: três manhãs, três tardes e três noites. Além do certificado geral, serão expedidos também certificados aos coordenadores e expositores das diferentes atividades.

Os prazos para inscrição de propostas de GTs, Minicursos, Oficinas e Mesas-redondas vão de 11 de março a 15 de abril.

A inscrição de propostas de trabalhos nos GTs estará aberta de 15 a 30 de abril.

A inscrição participação como ouvinte, em todas as atividades, poderá ser feita de 05 a 25 de maio.

Finalmente, solicitamos de todos os Colegas que incentivem as inscrições dos alunos para a seleção de monitores voluntários da Semana de Humanidades, atividade para a qual forneceremos certificado.

Caso haja dúvidas, estaremos à disposição de todos na secretaria da Semana de Humanidades. Também podemos ser contatados pelo telefone 3215-3630 ou pelo e-mail http://br.mc325.mail.yahoo.com/mc/compose?to=humanidades@cchla.ufrn.br

Cordialmente,
A Coordenação da XVIII Semana de Humanidades
Postado por Cláudio rogério
bolsista NAVIS
Francisca Miller. Divulgação da Semana de humanidades. Mensagem recebida por email no dia 30 de Março de 2010.

CONVITE: Lançamento do Livro: A Segunda Revolução Científica

O lançamento acontecerá no Centro de convivência, próximo a Reitoria, na Universidade Federal do rio Grande do Norte, no dia 05 de abril a partir das 10 horas da manhã. Contamos com a presença acadêmica e daqueles que admiram o trabalho do professor Tom O. Miller. O evento também contemplará o lançamentos de vários outros livros como também a presença dos seus respectivos autores.
Observação: clique sobrea imagem para visualizar melhor.
Postado por Cláudio Rogério.
Bolsista do NAVIS.
Mensagem adicionada conforme pedido da divulgadora Francisca miller (Coordenadora do NAVIS).

sexta-feira, 26 de março de 2010

GT RBA / 2010

Em Belém (PA) entre os dias 01 a 04 de agosto de 2010 na 27ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), Brasil Plural: Conhecimentos, Saberes Tradicionais e Direitos à Diversidade, estaremos com o GT Populações tradicionais, práticas sociais e meio ambiente que terá como Coordenadores: Francisca de Souza Miller (UFRN) e Márcia Regina Calderipe Farias Rufino (UFAM) e a Debatedora: Simone Carneiro Maldonado (UFPB).

Resumo:

Este GT tem por objetivo reunir os pesquisadores que, desenvolvem estudos e pesquisas em e/ou com sociedades e comunidades de pescadores (marinhos, fluviais ou lacustres) e/ou sobre temas que envolvem essa atividade econômica e as relações que ela estabelece com outras esferas da vida social e cultural: sustentabilidade, meio ambiente, políticas de preservação sócio-ambiental e de desenvolvimento, conhecimentos tradicionais, conflitos e formas de mobilização, cultura material, religião, memória, relações de gênero, etc. Desejamos, também, estabelecer vínculos entre pesquisadores que se têm dedicado a estudar os mais variados aspectos de um panorama que, vem recebendo uma atenção intermitente por parte das ciências sociais, ao passo que alguns setores das ciências naturais (biologia, oceanografia, ecologia) se voltam para as sociedades da pesca com fortes motivações de conhecimento. Assim, gostaríamos de medir o estado da arte dos estudos antropológicos nesse setor e traçar novas perspectivas de estudo interinstitucional e interdisciplinar.
As inscrições com submissão de propostas de trabalho estendem-se até o dia 10 de abril. Maiores informações no site da ABA: http://www.abant.org.br/27rba.
Cordialmente,Francisca Miller
Francisca Miller. Divulgação do GT. Mensagem recebida por email no dia 23 de Março de 2010.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

62ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC


Os interessados em participar da 62ª Reunião Anual da SBPC, que será realizada de 25 a 30 de julho de 2010, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal (RN), já podem fazer sua inscrição no site www.sbpcnet.org.br/natal.
O encontro tem como tema "Ciências do Mar: herança para o futuro" que acontecerá no período da CIENTEC que esse ano não acontecerá no mês de Outubro como nos anos anteriores. Durante este mês, que é um período também de férias para a universidade, a UFRN terá então uma vasta programação visto que a comunidade acadêmica e participantes do RN e Brasil, estarão reunida em um só ambiente para os eventos deste período que será de muito movimento dentro do campus potiguar.
Quem se associar à SBPC tem ainda a vantagem de receber gratuitamente assinaturas da revista Ciência e Cultura e do Jornal da Ciência. Os inscritos têm direito de receber a programação impressa do evento e o atestado de participação geral; de se inscrever (mediante pagamento adicional de R$ 10,00) em um dos minicursos que serão ministrados durante o evento; e de submeter resumos de trabalhos. Mais informações no site da Reunião.
Postado por:
Cláudio Rogério
Bolsista do Núcleo NAVIS
DAN
UFRN
informações retirada do site: http://www.sbpcnet.org.br/natal/home/

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